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May. 07. 2012. 07:59 pm 1 note
May. 07. 2012. 11:15 am

Enterprise Technology

O desafio de incorporar as novas tendências da tecnologia à organização está transformando o conceito de TI que conhecemos.

Estaria a TI fadada a virar commodity e deixar de ser um diferencial dentro de uma organização? Seria ela utilizada somente para gerenciamento de risco, suporte ou otimização de custos? Essas eram previsões polêmicas que Nicholas Carr lançou sobre TI em seu artigo “IT doesn’t matter” em 2003. Hoje, com o impacto de novas tendências como o cloud computing e a consumerização, devemos refletir novamente sobre uma mudança no papel da TI.

A terminologia Enterprise Technology (ET), ou Tecnologia Empresarial (TE)citada pela Network World*, é apresentada como a resposta aos desafios que a TI enfrenta com as novas tecnologias, como quando um funcionário tem o seu próprio dispositivo para trabalho, ou quando a empresa escolhe usar a nuvem para armazenar seus arquivos. Como integrar em tempo real algo de que não se tem o controle?

É preciso se adaptar. Inovando.

A computação foi incorporada às empresas ao longo dos anos 1950 e 1960, pelo Sistema de Informação Gerencial (SIG) coordenado pelo Centro de Processamento de Dados (CPD). O SIG foi uma revolução no back office, pois automatizou processos repetitivos ao acelerar o processamento de dados. Porém, o impacto do SIG foi limitado, já que os funcionários conhecidos como “knowledge workers” continuavam trabalhando com gabinetes repletos de pastas suspensas, secretárias e telefones.

Enquanto o CPD se preocupava em desenvolver o sistema SIG, outras tecnologias como os desktops e as LANs (e mais tarde, a Internet) emergiam nos anos 1980. Mais funcionários começaram a trabalhar com computadores os quais supriam necessidades de compartilhamento de informações e de respostas em tempo real que o SIG não fornecia. O departamento de TI nascia para administrar as novas redes computacionais. Assim, as pessoas que gerenciavam TI não eram as mesmas que gerenciavam o SIG. Por ser mais abrangente, a TI incorporou e passou a comandar o SIG.

Então, como ficam os profissionais de TI no contexto da Tecnologia Empresarial? Se seguirmos a lógica acima, eles seriam incorporados por novos profissionais especializados em TE. Porém, se a TI for vista como função estratégica, e não apenas como função operacional que integra processos e reduz custos, cabe a ela se mostrar disposta à transformação – mesmo porque as questões que envolvem tecnologia não são problemas localizados e afetam toda a empresa.

Na Tecnologia Empresarial, os profissionais são responsáveis poroperacionalizar inovação de uma forma replicável. Isso é, fazer com que as novas ideias e tecnologias sejam aplicadas efetivamente em toda organização,utilizando um método que garanta que a inovação, mais do que se integre, se incorpore. Isso envolve descobrir novas tecnologias, testá-las e desenvolvê-las, decidir quais merecem um futuro investimento, integrar tecnologias díspares em uma única solução de negócio e dispor das infraestruturas operacionais que contribuem com o crescimento da organização.

Ao invés de serem considerados “engessados” que seguem um modelo rígido de controle, os profissionais de TI têm que ser referência de quem faz uma boa ideia acontecer. Isso significa repensar tudo dentro da organização, desde estratégias de sourcing e relacionamento de vendas até governança, organização, treinamento e contratação. Isso não é nada fácil e muda o papel do profissional de TI, acostumado a estar nos bastidores, agora chamado para assumir responsabilidades nas iniciativas da empresa como um todo.

A TI já é vista como função estratégica dentro das empresas? A Tecnologia Empresarial é realmente onde vamos chegar? Deixe seu comentário.

*Fonte: http://www.networkworld.com/news/2012/042312-consumerization-258458.html.

May. 05. 2012. 09:37 pm

Sites

Sites de tutoriais de linguagens como JAVA, PHP, Python, Ruby, Perl, HTML, CSS, Javascript, MySQL, C++, UNIX:

http://www.tutorialspoint.com/index.htm

http://roseindia.net/

http://www.codango.com/

http://www.javatpoint.com/sonoojaiswal/index.jsp

http://www.visualbuilder.com/

http://stackoverflow.com/

March. 21. 2012. 10:11 pm
March. 21. 2012. 10:04 pm

Engenharia de Software

March. 21. 2012. 09:38 am

CONTO ERÓTICO JUDEU

Todo dia, durante anos, quando Salim chegava em
casa, sua doméstica Jacira servia o jantar e ia tomar banho.
Até que um dia, Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na Jacira tomando banho. Estava sozinho em casa, mulher e filhos viajando.

Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho… 
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho…
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho….

Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:

- Jacira, você está tomando banho?

- Estou sim seu Salim.

- Jacira, abre a porta pra Salim.

- Mas seu Salim, estou nua!

- Jacira, abre a porta pra Salim.
- Jacira, abre a porta pra Salim. - Jacira, abre a porta pra Salim.
- Jacira, abre a porta pra Salim.

Jacira não resiste e acaba abrindo a porta. 
Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:

- Jacira, quer foder com Salim?

- Mas seu Salim…, eu não sei se…!!!

- Jacira, quer foder com Salim?

- Sim, quero sim seu Salim, pode vir que sou toda sua…

Então Salim põe a mão no registro e diz: 
- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar água.

Pensou besteira neh! Kkkk

O negócio é parar de pensar besteira e economizar água!
CAMPANHA PARA ECONOMIZAR ÁGUA (MUITO BOA).
DIA MUNDIAL DA ÁGUA - 22/03

March. 15. 2012. 08:22 pm
March. 15. 2012. 08:21 pm
March. 14. 2012. 08:49 pm

Galinha e o Porco

Uma série de papéis são definidos no Scrum. Todas as funções se dividem em dois grupos distintos, porcos e galinhas, com base na natureza do seu envolvimento no processo de desenvolvimento. Estes grupos receberam seus nomes de uma piada, sobre um porco e uma galinha, que pensam em abrir um restaurante, confira aqui.

Assim, os “porcos” estão empenhados na construção de software regularmente e freqüentemente, enquanto todos os outros são considerados “galinhas”, ou seja, eles não foram os que se comprometeram a fazê-lo. As necessidades, desejos, idéias e influências dos papéis de uma “galinha” são tidos em conta, mas não têm de forma alguma permissão para interferir no projeto Scrum.

Porcos

Os “porcos” são os mais comprometidos com o projeto no processo Scrum, eles são os únicos com “bacon na linha” e executando realmente o trabalho do projeto.

  • ScrumMaster (ou facilitador)
    • Scrum é facilitado por um Scrum Master, cuja principal função é remover obstáculos à capacidade da equipe para atingir o objetivo e finalizar os entregáveis do sprint. O Scrum Master não é o líder da equipe (já que a equipe é auto-gerenciável), mas age como um tampão entre a equipe e qualquer influência que possa impactar no trabalho da equipe. O Scrum Master garante que o processo Scrum é usado como deveria. Ele também é o responsável pela aplicação das regras. Uma parte fundamental do papel do Scrum Master é proteger a equipe e mantê-los focados em suas tarefas.
  • Equipe
    • A equipe tem a responsabilidade de entregar o produto. A equipe é geralmente composta de 5-9 pessoas com habilidades multifuncionais para realizar o trabalho real (projetar, desenhar, testar técnicas de comunicação, etc.)
  • Product Owner
    • O Product Owner representa a voz do cliente. Ele garante que a equipe Scrum trabalha com a “coisa certa” a partir de uma perspectiva de negócio. O Product Owner escreve itens centrados no cliente (normalmente “user stories”), os prioriza, e depois os coloca no Product Backlog. O Product Owner pode ser um membro da equipe de Scrum, mas não pode ser um Scrum Master. De acordo com o processo de Scrum original, o Product Owner assume um papel de “porco”. No entanto, no contexto do Sprint e das reuniões diárias, o Product Owner é considerado uma “galinha”, já que ele não tem nenhum papel na execução das tarefas do Sprint.

Galinhas

Galinhas não fazem verdadeiramente parte do processo de Scrum, mas devem ser levados em conta. Eles são pessoas para quem o software está sendo construído.

  • Stakeholders (Clientes e Fornecedores)
    • Estas são as pessoas que viabilizam o projeto e para quem o projeto irá produzir benefícios, o qual justifica seu desenvolvimento. Eles só estão diretamente envolvidos no processo durante as revisões de sprint.
  • Gerentes
    • Pessoas que vão configurar o ambiente para as equipes de desenvolvimento de produto.
March. 14. 2012. 07:36 am

Tableless

O que é?

Os sites tableless não são desenvolvidos utilizando tabelas para disponibilização de dados na página web. Elas usam XHTML para apresentar a informação e as Folhas de Estilo (CSS) para formatar essa informação. Pelo motivo dos sites serem desenvolvidos sem utilizar tabelas para a estruturação, essa metodologia se chama tableless.

Tableless é um método de construir sites, usando os Padrões Web (Web Standards – sites criados por linguagens como: HTML, CSS, SVG, XML, entre outros) e não utilizando tabelas na criação do layout.

Para que serve?

Serve para facilidade de atualização do design ou migração de layout no futuro, economização de banda, compatível com vários tipos de browsers e com aplicativos mobiles.

Porque Usar?

Primeiramente por ser recomendado pela W3C (World Wide Web Consortium - consórcio internacional com cerca de 300 membros).

De fácil manutenção em caso de alguma alteração no estilo CSS, pois a estrutura de layout é separada da estrutura de programação html.

Diminuição de banda. Pois a primeira vez que o site é acessado suas informações são armazenadas no cache e assim que acessar pela segunda vez o site carregara apenas uma vez. Já a utilização por tabela não importa quantas vezes você acessar este tipo de site ele sempre carregara todas vezes suas informações, porque tabelas não são armazenadas em cache.

Conclusão

Tableless é um método usado no desenvolvimento de sites sem utilização de tabelas na criação do layout.